Minimum Viable Product (MVP): As vantagens de prototipar

Entenda como funciona o MVP, a metodologia de prototipação que garantiu o sucesso de empresas como Facebook, Apple e Airbnb.
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Entenda como funciona o MVP, a metodologia de prototipação que garantiu o sucesso de empresas como Facebook, Apple e Airbnb.


O que é MVP

O MVP, ou Mínimo Produto Viável, é uma metodologia de negócios que permite a realização de testes em protótipos de produtos antes de seu lançamento. Essa etapa de testes possibilita uma visualização mais completa das reações de mercado para a oferta.


De acordo com a própria terminologia, o MVP deve apresentar uma versão reduzida e simplificada do produto que se pretende ofertar. É importante lembrar que ele precisa ter, no mínimo, todas as funções que o produto final terá, para que as análises sejam confiáveis.

Muitas empresas grandes, como a Apple, o Facebook e o Airbnb, iniciaram suas operações com oferta de propostas simplificadas, que permitiram o aperfeiçoamento e a popularização dos produtos. A partir daí puderam aperfeiçoar corretamente os seus produtos adequando-os às necessidades da demanda.


Vantagens

A aplicação da metodologia MVP permite que, com a ajuda das respostas dos usuários e das reações dos concorrentes, seja possível compreender a atuação do produto ou serviço no mercado. Além disso, ela garante economia de tempo e recursos.

De maneira geral, a utilização do MVP possibilita que a empresa entenda se uma ideia é realmente viável e lucrativa antes de efetivamente investir recursos financeiros nesse empreitada.

Ao obter uma resposta positiva de um MVP, a empresa também consegue notar quais são os gaps do serviço, possibilitando o aperfeiçoamento prévio e garantindo maior aceitação e margens de lucro maiores, uma vez que o produto já chega ao mercado em uma versão otimizada.


Quando pode ser utilizado

A metodologia do MVP é muito associada a startups, uma vez que abarca grande parte dos princípios da metodologia Lean.

Normalmente, as startups oferecem estruturas enxutas assim que começam a operar e, somente após etapas de testes de aceitação, colocam o produto completo no mercado. Outras empresas que também podem se adequar bem ao MVP são:

  • Empresas já consolidadas: Apesar de estarem bem posicionadas no mercado, podem tirar bons frutos da metodologia no lançamento de novos produtos, por exemplo.
  • Empresas prestadoras de serviços: Pode-se aplicar o que é conhecido como MVP Concierge.
  • Empresas que trabalham com alto grau de personalização. Nesse caso, o MVP sofre algumas alterações, pois a intenção de criar um produto replicável e escalável se perde. Parte dessa metodologia, porém, pode ser utilizada para a criação de protótipos simples que sejam capazes de gerar valor e mostrar o potencial da oferta para os clientes.


Como fazer

O primeiro passo é definir todos os pré-requisitos básicos e necessários que o seu produto ou serviço precisa ter. Nesta etapa, é importante ter em mente que o produto já precisa fornecer todas as funcionalidades básicas que se deseja ofertar.

Após a delimitação do produto, cria-se um mapeamento das respostas que a empresa gostaria de receber do mercado. De tal forma é possível alinhar as expectativas da equipe alocada e criar uma meta de funcionalidade.

A terceira etapa consiste na delimitação do público-alvo. Uma boa metodologia que pode ser utilizada nessa etapa é a criação de personas. Esta etapa é de extrema importância, pois define quem serão os usuários de teste do produto.

Para empresas já consolidadas que desejam manter o mesmo público-alvo, tem-se uma facilidade ainda maior, uma vez que o contato com o público já existe. Para empresas que desejam criar um produto voltado para um novo público, ou empresas que ainda não operam no mercado, pode-se usar ferramentas como as landing pages, que permitem que pessoas que possuem o perfil de interesse se voluntariem para testar o produto.

Após esse planejamento e contato inicial com o público, chegou a hora de rodar o projeto. Nesse momento é importante manter o contato com os usuários para coletar as percepções obtidas durante o uso do produto ou serviço.

Também é importante criar indicadores que sejam capazes de mensurar se os resultados estão próximos ou distantes do desejado.

Por fim, após os testes, os resultados devem ser estudados. A partir das análises, é possível compreender se a ideia é realmente viável, e, caso seja, os ajustes para a otimização do produto ou serviço.

Gostou da leitura? Agora você já sabe quais os principais benefícios que essa metodologia pode oferecer e seus passos básicos de implementação. Ainda tem alguma dúvida? Entre em contato com a gente!



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